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SAI A LICITAÇÃO DO PRESÍDIO DE PARAUAPEBAS

Por: Marcel Nogueira – No último dia 15 foi realizado novo processo licitatório cujo objetivo é dar continuidade as obras do presídio de Parauapebas. A Obra, localizada na VS-10, zona urbana da cidade, foi iniciada em 2013 e previa que após 540 á unidade prisional de 2.448 m² seria inaugurada, mas, de repente os serviços foram paralisados. A empresa que tocava os serviços, a Arteplan abandonou o canteiro de obras e a informação que circulou na época foi de que o governo do estado não repassou os recursos para a continuidade.

Com a deflagração do novo processo, as obras devem ter inicio imediato após a assinatura da ordem de serviços e está orçada em R$ 10,6 milhões, como um prazo de pouco menos de 500 dias para o término.

A construção da unidade penal vai desafogar a carceragem do Rio Verde, que não apresenta a menor condição de receber a quantidade de detentos. Por conta da precariedade, são comuns cenas de superlotação, rebeliões e fugas, o que deixa a população do bairro em constante preocupação.

No local, onde funcionará o presídio, a vegetação está a a sensação que passa para os moradores da região é a edificação é mais um elefante branco inacabado e que servirá apenas para esconderijo de desocupados.

A situação precária que parecia se eternizar começou a mudar a partir de 2017, quando Gesmar Costa (PSD) assumiu o mandato de deputado estadual. Fazendo parte da base do governador Simão Jatene, o parlamentar colocou na pauta de reivindicações o reinício das obras do Estado no município.

Além do reinício das obras do presídio, o Instituto tecnológico, localizado na Avenida dos Ipês, na Cidade Jardim, que estava com os serviços paralisados desde 2009, já foi licitado e com ordem de serviços assinada. Ela está orçada em R$ 9 milhões.

Outra obra que está em pleno andamento é a reforma da escola Irmã Dulce no bairro da Paz. A obra totaliza R$ 1,4 milhão.

Segundo o deputado, nos próximos dias duas obras serão licitadas. A escola de ensino médio da Cidade Jardim, com 12 salas de aulas, mas laboratório, biblioteca e outras dependências e a reforma da escola sede (Eduardo Angelin), no Rio Verde.

Pela avaliação de Gesmar Costa, todas as obras devem ultrapassar os R$ 30 milhões e vão abrir cerca de 1.000 postos de trabalho.

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