EMPREGO CRESCE NO PARÁ PELO SEGUNDO MÊS CONSECUTIVO

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O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) divulgou no último dia 11 o balanço do emprego formal no Estado do Pará e na região Norte. O relatório foi elaborado em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) tendo como base informações oficiais do Ministério do Trabalho e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

A pesquisa aponta que em junho deste ano o emprego formal no Estado teve um saldo positivo de 1.862 postos de trabalhos gerados no setor formal. Foram 20.012 admissões contra 18.150 desligamentos. No mesmo período do ano passado, a situação foi inversa: 21.219 admissões contra 22.750 desligamentos, gerando um saldo negativo de 1.531 postos de trabalho.

O balanço reflete o reforço dado a políticas públicas consideradas estratégicas para os setores mais vulneráveis da economia, como comércio, indústria e serviços. O Pará é o único Estado da federação que tem conseguido manter suas finanças em ordem, o que favorece a criação de um ambiente de negócios mais atraente para potenciais investidores e mais segurança jurídica ao empreendedor.

Titular da Seaster, Ana Cunha

Para a titular da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), Ana Cunha, “o resultado é digno de ser comemorado porque mostra que o governo do Estado está comprometido em desenvolver ações que contribuem para a inserção do trabalhador no mercado. Assim, o trabalhador que vai até um dos 44 postos do Sistema Nacional de Emprego (SINE) passará por um processo de qualificação que irá gerar uma nova perspectiva de emprego”, ressalta.

A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) fez uma prospecção desse esforço conjunto entre governo e indústria, em que estima uma injeção de 124 bilhões de reais na economia paraense de 2017 a 2020, que possibilitará a geração de emprego e renda, sobretudo nos campos da mineração e energia, que apresentam melhores perspectivas.

Para o adjunto da Seaster, Ewerson Costa, a Secretaria colabora para esse resultado na medida em que trabalha e fortalece as ações de qualificação profissional por todo o estado. “Os cursos de qualificação permitem os trabalhadores atuar de forma associada ou individual, como prestadores de serviços, contribuindo para o crescimento do Produto Interno Bruto paraense”, opina. A expectativa, posta inclusive no Plano Plurianual (PPA) do Estado, é que a Seaster qualifique em torno de 15 mil trabalhadores em todas as regiões do Pará até 2018.

Por Silvio Garrido

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