O objetivo do encontro foi discutir assuntos que envolvem meio ambiente e educação. Parcerias entre o Pará e os EUA também estiveram na pauta.

O objetivo do encontro foi discutir assuntos que envolvem meio ambiente e educação. Parcerias entre o Pará e os EUA também estiveram na pauta.

O governador do Estado em exercício, Zequinha Marinho, recebeu na tarde desta quarta feira (30), no Palácio do Governo, em Belém, a embaixadora norte-americana Liliana Ayalde. O objetivo do encontro foi discutir assuntos que envolvem meio ambiente e educação. Durante a conversa, a embaixadora aproveitou para falar da grandeza do Estado, destacando a cultura e a culinária. As parcerias que já existem entre o Pará e os Estados Unidos também estiveram na pauta do encontro.

Esta foi a primeira vez que Liliana Ayalde veio ao Pará. “Preciso voltar, tenho muito para ver”, disse. A vinda da embaixadora a Belém foi motivada pela comemoração dos 60 anos do Centro Cultural Brasil Estados Unidos (CCBEU), instituição que é parceira do Estado na área da educação. Segundo José Roberto Silva, representante da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), que esteve presente no encontro, novos projetos de capacitação de professores na área da língua inglesa estão em negociação com o CCBEU.

Zequinha Marinho falou ainda sobre os principais desafios que o Estado enfrenta, em áreas como comunicação, transporte e energia. O governador em exercício detalhou os projetos de abertura de rodovias, hidrovias e ferrovias; as ações que são feitas em prol do meio ambiente e a preservação da floresta amazônica; e o avanço no fornecimento de energia em regiões antes desamparadas pelo serviço. “Nossos desafios são proporcionais ao tamanho do Estado”, disse, destacando também o fato de o Pará estar com as contas em dia, mesmo o Brasil vivendo um momento de crise econômica.

Liliana Ayalde relembrou que os Estados Unidos viveram duas grandes crises econômicas: uma no ano de 1929, quando as bolsas de valores quebraram, deixando o país à beira de um colapso, e a outra em 2008, quando o mercado imobiliário americano estourou, repercutindo negativamente. “Passamos por momentos difíceis, mas agora nossa economia está forte. O Pará é muito rico. Estamos vendo de que maneira podemos aproveitar a conjuntura e fazer parcerias com as empresas”, afirmou.

Bianca Teixeira
Secretaria de Estado de Comunicação