Diante do impasse superintendente do banco esteve em Eldorado

Diante do impasse superintendente do banco esteve em Eldorado

Em 2008 o então prefeito João da Madescastro firmou um convênio com o Banco da Amazônia para viabilizar a instalação da instituição financeira no município. O convênio assinado pelo prefeito passou a ser responsabilidade do município, e não da gestão, e teria um prazo de 10 anos para que o município honrasse com o aluguel do ponto onde está instalado o banco.

Na gestão do prefeito Genival, começaram as inadimplências com o aluguel e também na gestão do prefeito petista a prefeitura deixou de repassar a instituição financeira valores referente a empréstimos consignados, contudo estaria descontando esses valores em folha, conforme prevê esse tipo de transação financeira.

Ao assumir a Prefeitura, Divino Campos – PPS, também assume os convênios e contratos deixados pela gestão anterior, porém o prefeito não estaria interessado em cumprir com os compromissos retroativos, contudo pagou uma parte dos alugueis depois de renegociar a dívida, mas segundo uma fonte fidedigna a 15 meses o prefeito teria deixado de pagar o aluguel do ponto, e também não estaria interessado em honrar com os consignados descontados na gestão de Genival.

Diante de toda essa situação a sociedade e autoridades políticas pressionaram a prefeitura e por sua vez o prefeito Divino Campos para que não permita que o município perca o Banco da Amazônia. Essa pressão gerou duas reuniões, a ultima realizada ontem dia 29 e nessa reunião esteve presente o superintendente do Banco da Amazônia Luiz Euclides Barros Feio que determinou prazo até o dia 02 para que os compromissos fossem cumpridos, do contrário se tornaria inviável a permanência do banco no município.

Para tentar minimizar o problema lideranças políticas conseguiram que o prazo fosse estendido e ficou marcado para o próximo dia 06 outra reunião em que o prefeito Divino Campos irá bater o martelo, se cumpre os acordos que são do município e portanto independe de quem seja o prefeito, ou se permite que o banco deixe de atuar em Eldorado do Carajás, prejudicando assim centenas de empresários e pessoas físicas que dependem do atendimento do banco. Além de prejudicar pessoas ligadas a agricultura familiar que dependem diretamente do incentivo do Banco e que representam boa parte da arrecadação do município e da geração de emprego e renda.

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Empresários temem o fechamento do banco

Empresários deram entrevista ao jornalista Carlos Martins de Eldorado e na opinião da maioria dos empresários da cidade, esta deve ser uma luta de toda a sociedade Eldoradense. ”Temos que impedir o fechamento da agência, o que prejudicaria muito o comercio local caso isso ocorrer”. Diz Sr. Manoel do Supermercado Boa Vista localizada na Av. São Geraldo. Segundo a opinião do Sr. Sarapião do Supermercado Carajás na Av. Planalto, o comercio de Eldorado já está em crise em decorrência do Banco Banpará se encontrar fechado devido o assalto da agencia recentemente, pois o funcionalismo do estado, bem como, os funcionários da Prefeitura tem recebido os seus pagamentos no Banpará na Agencia de Marabá e lá mesmo realizam suas compras, por isso, o comercio local despencou. “Caso o Basa fechar suas portas em Eldorado, isso seria uma grande tragédia a toda a população.” Finaliza Sarapião.

Segundo a Gerente do Basa, Nilza Costa, em entrevista declarou que realmente a Agencia de Eldorado estava na eminência de fechamento, mas devido as manifestações da população junto ao poder publico Municipal e Estadual, a Presidência do Banco voltou atrás autorizando a suspensão de fechamento da Agencia, embora a razão que levara a direção do Banco tomar a decisão de fechamento não esteja totalmente resolvido.