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Uso de extintor antigo será permitido até o dia 31

A partir de 1º de janeiro de 2015, motoristas de todo o Brasil não poderão mais circular na cidade com extintores de incêndio do modelo BC. A medida obedece à resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Cotran), que determinou a utilização de um novo modelo de extintor, o ABC, com validade de cinco anos.

O modelo antigo só poderá ser utilizado até o próximo dia 31 de dezembro e quem não fizer a substituição e for flagrado pela fiscalização será punido com multa de R$127, cinco pontos na carteira de habilitação e retenção do veículo.

Considerado um dos itens de segurança mais importantes de um veículo, o extintor de incêndio possui a finalidade de extinguir ou controlar incêndios em casos de emergências. Segundo o diretor operacional do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran), Valter Aragão, o equipamento do tipo ABC é mais seguro e em casos de princípio de incêndio, pode prevenir e até paralisar o fogo nos bancos, na área de plástico e na parte elétrica do automóvel.

Além de mais seguro, o novo equipamento é também mais caro, podendo ser encontrado entre R$80 e R$90, com validade de cinco anos e não pode ser recarregado. Já o modelo antigo custava apenas R$30, podia ser recarregado, porém só tinha três anos de validade.

O prazo de durabilidade do extintor, assim como o novo modelo, deve ser avaliado pelo motorista na hora de verificar se o equipamento precisa ou não ser trocado. Mesmo os veículos que já possuam modelo ABC só poderão manter o equipamento se estiver na validade. Ambos podem ser verificados pelo condutor no próprio extintor.

ORIENTAÇÃO

O Detran informa que está orientando os motoristas e que irá verificar o equipamento nas fiscalizações, sobretudo os veículos fabricados de 2008 para trás. No caso dos veículos com modelo a partir de 2009, a maioria já vem com extintor novo, mesmo assim os motoristas devem ficar atentos para a mudança. Veículos com extintores ultrapassados podem encontrar os modelos novos nos postos e lojas do ramo.

Apesar da importância da medida, a maioria dos motoristas ainda não atentou para a mudança. “Não sabia disso, acho que está mal divulgado porque sequer tinha ouvido falar nessa mudança”, reclama o taxista Hamilton Diniz.

Apesar da reclamação, os motoristas afirmam que vão se enquadrar nas novas exigências. “Se é para a nossa segurança, o jeito é gastar um pouco mais e evitar um dano maior”, afirma o motorista Alessandro Silva.

FONTE: Diário do Pará

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